Informação sobre mononucleose, causas, sintomas e tratamento da mononucleose infecciosa, também designada de doença do beijo, identificando o seu diagnóstico, assim como formas de prevenção da sua ocorrência.


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terça-feira, 29 de julho de 2014

Como se diagnostica a monucleose infeciosa

Mononucleose infeciosa (também chamada mono) é uma infeção viral. Mononucleose infeciosa é uma infeção comum, mas muitas vezes não causa sintomas, especialmente quando aparece em crianças. No entanto, em adolescentes e adultos jovens é uma causa frequente de doença e motiva a perda de dias na escola.

O vírus que causa a mononucleose infeciosa é chamado de EBV (vírus Epstein-Barr). Este é transmitido principalmente por meio de saliva, e por isso tem o apelido de "doença do beijo".
Depois que o vírus entra no corpo, o que pode levar até um mês antes de se iniciarem os sintomas, os primeiros sintomas geralmente incluem:
• cansaço;
• febre;
• dor de cabeça;
• dores musculares.
Muitas pessoas têm cansaço extremo e precisam de dormir 12 a 16 horas por dia, antes que elas tenham quaisquer outros sintomas.

Depois de apenas alguns dias de febre e dores, outros sintomas podem incluir:
• garganta inflamada;
• gânglios linfáticos inchados ("glândulas") no pescoço.

Outros sintomas comuns são:
• perda de apetite;
• náuseas;
• dores articulares;
• erupção.

Seu médico irá perguntar sobre seus sintomas e examiná-lo. Ele irá ter em atenção a febre; a garganta vermelha com hipertrofia de amígdalas, às vezes cobertas de pus; e linfonodos aumentados no pescoço. Você também pode ter uma erupção vermelha, especialmente no peito, e um aumento do baço.
Uma amostra de sangue será levada para testar a mononucleose. O primeiro exame de sangue pode ser negativo, mas um hemograma completo pode mostrar que uma infeção mononucleosa está em desenvolvimento. Seu médico pode pedir-lhe para voltar em poucos dias para um outro exame de sangue. Se você tiver mononucleose, este segundo teste será quase sempre positivo.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Sintomas da mononucleose

Na mononucleose a fadiga costuma ser intensa e persiste por semanas após a resolução do quadro. O aumento dos linfonodos também é um pouco diferente da faringite comum, acometendo preferencialmente as cadeias posteriores do pescoço e frequêntemente se espalhando pelo resto do corpo. Uma dica para o diagnóstico diferencial entre as faringites bacterianas e a mononucleose é o aparecimento de uma rash (manchas vermelhas) pelo corpo após o início de antibióticos, principalmente amoxicilina. Outro sinal característico da mononucleose é o aumento do baço, chamado de esplenomegalia. Quando este ocorre, é necessário manter repouso, devido ao risco de ruptura do mesmo. A ruptura esplênica (ruptura do baço) é rara, mas quando acontece leva a risco de morte devido ao intenso sangramento que se sucede. O baço aumenta tanto de tamanho que pode ser palpável abaixo do gradil costal esquerdo.
Menos de 10% das crianças infectadas apresentam sintomas. Essa incidência começa a subir com o passar dos anos, atingindo seu ápice entre os 15 e 24 anos. Esta é a faixa etária que mais costuma apresentar infecção sintomática. A mononucleose é rara após o 40 anos, uma vez que virtualmente todos neste grupo já terão sido expostos ao vírus em algum momento da vida. Nas pessoas que desenvolvem sintomas, o período de incubação, ou seja, desde o contato até o aparecimento da doença, é em média de 4 a 8 semanas. O quadro clínico típico envolve febre, cansaço, dor de garganta e aumento dos linfonodos do pescoço (ínguas). É um quadro muito semelhante as faringites comuns causadas por outros vírus e bactérias (leia: DOR DE GARGANTA - FARINGITE E AMIGDALITE). Outros sintomas inespecíficos como dor de cabeça, dores musculares, tosse e náuseas também são comuns.

sábado, 30 de junho de 2012

Sinais e sintomas da moonucleose infecciosa

Inicialmente apresenta mal estar, dor no corpo, cansaço, náuseas, vômitos, dor na garganta, que dura cerca de 2 a 5 dias e não comprometem o estado geral do indivíduo.
Posteriormente aparecem linfadenopatias (aumento de gânglios), faringite, ás vezes com presença de exudato purulento (pus) em amigdalas, aumento de fígado e baço, edema palpebral, e febre persistente. Raramente podem aparecer icterícia (cor amarela) e exantema (manchas vermelhas) no corpo.
O quadro clássico pode vir acompanhado de complicações (dependendo da forma como o vírus atinge um determinado órgão) e por infecção crônica – podem ocorrer com crianças menores que apresentam episódios freqüentes de dor de garganta,febre e linfoadenopatias (aumento de gânglios) com resolução de 3 a 10 dias com ou sem tratamento ou em adolescentes e adultos que a infecção pode ser intercaladas de períodos de absoluta normalidade.
Essa enfermidade e caracterizada por queixas sistêmicas, constituídas principalmente, por fadiga, mal estar, febre, dor de garganta, linfodenopatia generalizada, tosse, dor no corpo, dor nas articulações, ínguas pelo pescoço, hepatoesplenomegalia e amarelão pelo o corpo.
Índice dos artigos relativos a Mononucleose