Informação sobre mononucleose, causas, sintomas e tratamento da mononucleose infecciosa, também designada de doença do beijo, identificando o seu diagnóstico, assim como formas de prevenção da sua ocorrência.

Transmissão do vírus da mononucleose

Na origem da mononucleose está o vírus Epstein barr. Este vírus transmite-se de pessoa para pessoa, através da saliva. Pelo facto de se transmitir através da saliva ficou conhecida como"doença do beijo". Mas não será apenas através do beijo que a transmissão do vírus ocorre. Também se pode contrair a mononucleose por meio da tosse ou espirro, e mesmo mediante a partilha de objetos como talheres e copos.
Esta forma de transmissão da doença assemelha-se à gripe, mas o vírus Epstein barr é menos contagioso, pelo que existe menos probabilidade de contrair a mononucleose se a compararmos com a probabilidade de contrair gripe, pelo que muitas vezes o contato com pessoas infectadas não motiva esta condição.
Depois de uma pessoa ficar infectada pelo EBV pode manter o vírus na orofaringe por um período de tempo que pode chegar aos 18 meses após o desaparecimento dos sintomas associados. Assim, durante este período de tempo torna-se possível contaminar pessoas através das formas de transmissão que referimos anteriormente, principalmente se os contatos forem prolongados. Existem estudos que demonstram que a maior parte de pacientes  que tiveram mononucleose, ainda mantêm presente o vírus na sua própria orofaringe depois de 8 meses após o desaparecimento dos sintomas.
A maior parte das pessoas que apresentam ou já apresentaram mononucleose não se lembra de alguma vez ter tido algum contato com alguém doente, e muitas  vezes a pessoa portadora do vírus nem imagina que está habilitada a transmitir o vírus para outras pessoas.

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